segunda-feira, 7 de julho de 2014

ROGUE TODAS SUAS PRAGAS, MAS SAIBA QUE AINDA ESTOU AQUI

Que não haja meio termos em nossa convivência: É pra rir até cair no chão sem medo do ridículo. Pra chorar, sem ter vergonha, pra abraçar até sufocar, pra beber até perder a consciência, pra virar a noite falando da vida, pra perder a dignidade - que na verdade pouco vale - pra ter overdose um do outro, encostar a cabeça na parede e dizer: Nunca mais! Mesmo sabendo que essa promessa terá segundos de duração.
Que sejamos então inimigos declarados, que o ódio entre nós transpareça nos gestos. Sinta-se à vontade pra me xingar, não ligarei desde que tenha motivos pra isso. Deteste-me, risque e rasgue todas as nossas fotos, faça bruxarias, invoque o Satanás, rogue todas as suas pragas, lembre-se de mim e me procure assim que precisar. Estou sempre aqui, e é isso que mais lhe dói. Eu estou sempre aqui.